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No Hospital

Tinha ido ao hospital pois estava cheio de dores. Chegando lá fiz a triagem e depois tive que esperar a minha vez na sala de espera. Quando cheguei na sala de espera vi uma coroa fabulosa.

Ela estava com ar de cansada, triste e revoltada. Logo meti conversa com ela e cada vez mais fui-me aproximando dela. Pouco depois já a tinha deitada em meu colo, as minhas dores pareciam ter adormecido pois estava mais preocupado com ela. Pouco depois dela ter deitado em meu colo o meu pau começou a crescer. Não deu para evitar e ela acabou sentindo aquele volume e sorriu. Quando senti seu sorriso eu...

Aproximei-me mais dela e falei que ela era linda e que eu a queria para mim. Ela disse que eu a consegui acalmar e que ela me achava muito simpático, meigo e muito atencioso. Eu me voltei a aproximar dela e a beijei. Pude beijá-la naquele momento pois a sala de espera estava vazia naquele momento. Logo chegou outra pessoa e tive que parar com os beijos. Ela falou para eu gravar meu número de telemóvel no telemóvel dela que depois ela me ligaria para marcarmos um encontro com mais calma.

Eu marquei o meu número no telemóvel dela, mas dei um toque no meu telemóvel para ficar com o número dela. Aí logo depois ela foi atendida e eu ainda fiquei à espera um pouco. Em 15 minutos fui atendido, me medicaram e me mandaram embora. Eu fiquei melhor e pude respirar de alívio.

Mal saí do hospital nem dei tempo para respirar. Já fui ligando para aquela coroa maravilhosa. Não sabia que ela era "casada". Nem deu tempo para falarmos sobre isso. Eu liguei para ela e me atendeu um homem. Eu falei que precisava falar com a Rute. Ele falou que ela estava no WC e me perguntou o que eu desejava. Eu logo fui inventando uma desculpa e falei que era do hospital e que ela havia esquecido uma receita comigo que eu só me apercebera depois dela sair e quando fui atrás dela já não a consegui alcançar. Ele falou que ia no WC dar-lhe o telemóvel para ela poder falar comigo.

Ouvi ele falar com ela e ela a dizer que tinha ido no hospital e que não tinha recebido nenhuma receita do médico, mas que até tinha achado estranho. Ela logo atendeu o telemóvel e o corno saiu do WC deixando-a sozinha para falar. Eu falei que era eu e que nem sabia que ela tinha alguém. Mas que estava cheio de vontade de a ver. Ela falou que não era casada não, por isso não tinha aliança. Disse que vivia com ele sim, mas que não o amava. Só estava com ele pois sentia carinho por ele e não tinha amor por ninguém e que assim as despesas eram menos ao fim do mês, visto que não teria que pagar aluguer de casa ou quarto.

Eu falei para ela que me apaixonei por ela e que não queria mais ficar sem ela. Falei para ela que, felizmente, dinheiro não era um problema para mim. O único problema era sofrer por não a ter.

Ela falou que eu era muito novo e que por isso ela teria que pensar. Ela disse também que tinha gostado de mim, mas que isso poderia não chegar. Ela tinha que tentar perceber se o que ela sentia por mim era desejo, amor... em suma, vontade de me levar para a cama, ou se era mais que isso... se era amor incondicional. Se fosse a primeira opção nós ficaríamos amantes, se fosse a segunda aí nós poderíamos até nos casar.

Eu falei que ela tinha tempo para pensar, mas enquanto isso a gente poderia ser amantes mesmo. Ela concordou e marcarmos um encontro. Ela disse que tinha pensado e que gostava mesmo muito de mim, mas que preferia deixar a nossa relação assim mesmo enquanto desse. Quando chegasse o momento certo ela falaria com o companheiro e sairia de casa.

Já somos amantes faz 3 anos. Eu adoro o tipo de relação que tenho com ela. Sei bem que tudo pode mudar dum momento para outro, mas por enquanto eu vou levando.

Escrito por bom7amigo

P.S. Não contei os detalhes mais quentes pois vocês podem imaginar. Ela é uma toura. É mamuda, gordinha e loira de cabelo curto. Tem umas pernas grossas, mas não gordas. É muito fofa. Logo imaginem o que fiz com ela. Um pormenor. Ela faz depilação sempre.

O casamento e a coroa loira

Era sábado na minha terra. Às vezes ao sábado tem casamentos na Igreja que fica no centro da cidade. Então como tem casamentos eu sempre saio arrumado e vou lá ficar no jardim para poder ver aquelas lindas mulheres.

Quando já lá estava surgiu sozinha, num carro de alta gama, uma coroa loira. Ela é gordinha mas muito gata. Ela tem uns seios lindos e um bumbum bem arrebitado. Aí mal olhei para ela fiquei boquiaberto com tamanha gostosura.

Ela se sentou num banco no jardim e, como quem não quer a coisa, eu sentei também perguntando se ela estava sozinha. Ela falou que estava pois infelizmente não tinha arrumado companhia para ir ao casamento. Eu disse-lhe que se ela quisesse poderia acompanhá-la. Ela sorriu e disse que sim com um ar bastante amoroso.

Fui na missa do casamento e fiquei do seu lado. Quando foi a hora de dar a paz do senhor ela me deu um beijo bem no canto da minha boca. Eu fiquei trémulo mas feliz. Estava a aproximar-se o momento que tanto desejei desde que a vi. O momento em que poderia tomá-la nos meus braços e fazer dela minha mulher. A missa do casamento terminou e veio o Copo d'Água. Eu fiquei bem junto da minha princesa sem nunca me separar dela. Não queria que algum daqueles homens sozinhos que por ali andavam pudessem fisgar o que já tinha como meu. Ela me deu toda a atenção do mundo. Ela sempre me abraçava. Quando os noivos vieram cumprimentá-la ela me apresentou aos noivos como namorado dela. Eu fiquei espantado a olhar para ela quando ela falou aquilo e sorri para ela em sinal de aprovação. Mal eles viraram costas ela falou-me se tinha gostado de ser apresentado como namorado dela. Eu falei-lhe que sim, mas que infelizmente aquilo teria sido feito apenas por cortesia dela. Ela falou que não foi. Que até àquele momento me achou bastante interessante e que estava afim de ser minha namorada. Eu sorri admirado com tudo aquilo e lhe disse que queria embora do casamento pois queria ficar com ela a sós. Ela falou que não. Que era para a gente ficar até ao fim daquela festa pois ela não iria mais fugir de mim pois ela era minha. Eu sorri e concordei.

Dançamos umas baladas na festa muito agarradinhos. O meu pau ficou teso durante a dança, ela sentiu ele e o agarrou e falou que era grosso como ela gostava e que logo ela lhe daria um tratamento.

As danças acabaram e depois teve o karaoke. Eu cantei uma canção e dediquei à minha princesa. Depois lançaram o ramo da noiva e foi ela quem segurou. Eu vi que eu logo me casaria.

No fim do Copo d'Água ela me levou para a sua casa, mais propriamente para a sua casa. Vocês nem sabem, nem vão saber o que aconteceu ao certo. Apenas vos contarei que ela me cavalgou como ninguém depois de ter chupado bem o meu pau. Ela me cavalgou dando a xota e a bunda. Que mulher! Que furacão!

Depois de muito sexo caímos um para cada lado da cama e ela falou:

- Quero casar contigo. Quero um homem que me ame e deseje. E, para além disso preciso de alguém que me ajude a desfrutar de toda a minha riqueza. Até te encontrar o que aparecia de homens era do tipo que só me queria arrancar dinheiro. Tu não. Eu vi na tua cara aquilo que sempre quis ver num homem. Vi um homem com vontade de me arrancar a roupa do corpo. Depois do meu falecido marido que me fez sentir isso, só tu é que me fizeste sentir. Tinha uns que se mostravam receptivos a tirar-me a roupa, mas não com intuito de manter uma relação, mas sim com o intuito de ter um caso com uma desconhecida. Então vais responder ou não? Queres casar comigo?

Eu respondi:

- Sim, vou responder. A resposta é sim. Sim e sim. Sim, eu quero casar-me contigo. Posso não sentir por ti aquele amor arrebatador, mas sei que com o tempo irei sentir. Sinto sim é um carinho muito grande e um tesão ainda maior. Vamos sim ficar juntos para sempre.

Então ela disse:

Antes de nos casarmos irei dar-te uma parte das minhas propriedades. Depois iremos casar no regime de Separação Total de Bens. Ou seja, cada qual terá seu património numa futura separação se vier a acontecer.

Eu falei para ela que os pormenores não me importavam pois eu estava demasiado afim dela para me querer separar dela. E nessa hora meu pau já estava duro de novo e voltei a beijar seu corpo todo e a lamber a sua xota. Ai que delícia de mulher falei para ela e nos amamos muito naquela noite.

Hoje ainda nos continuamos a amar e somos muito felizes!!!

Conto escrito por bom7amigo

O Polícia

Não há muito tempo consegui concretizar uma das minhas fantasias sexuais.

Sexo com um polícia, sem violência mas com muita submissão já que as algemas assim o permitem, e a voz da autoridade também.

Já tinha reparado nos seus olhares quando ia tomar o meu café habitual no mesmo local que ele. O calor do verão permitia que eu andasse mais a vontade, com um top ou uma saia, que com certeza alimentava a sua fantasia.

Eu sabia que ele era casado, mas antes de mais sabia que ele era polícia, e isso para mim não passava ao lado.

Resumindo muitos olhares, muitos dias de provocação, conto então como foi...

Vinha eu do trabalho, já cansada e só pensando em tomar um banho, quando o vejo a vir em minha direcção. Ao passar por ele abrandei o passo deixando-o apreciar mais um pouco tudo aquilo que ele poderia ter. E sabia, tinha a certeza que se olhasse para trás e desse o sinal ele saberia o que fazer. E ele fez.

Claro que fomos muito discretos, ou não morássemos na mesma rua... mas quando dei por mim já ele estava atrás de mim à espera do elevador.

Ao trancar a porta já sentia o volume das suas calças no meu rabo a fazer pressão e as suas mãos já estavam prontas para percorrer tudo o que ele tinha direito. Mas para não perder o sentido da minha fantasia contei-lhe como tinha pensado que poderia ser, e escusado será dizer que ele não recusou. Os homens adoram dominar e este não era excepção.

E não era excepção também a vontade dele de começar com uma boa mamada, ele de pé e eu de joelhos, ele a puxar os meus cabelos e eu a lamber-lhe tudo, de cima a baixo e para meu espanto, pois não é normal, ele quis vir já assim, e disse: "assim quando entrar em ti dura mais tempo" e veio na cara, na boca, no top, nas mamas, enquanto continuava a me puxar pelos cabelos e eu continuava a sugar o que podia.

Depois daquele jacto que ele soltou de prazer "mandou-me", porque tínhamos combinado que ele mandava, tomar banho e ficou a ver. Ainda molhada fomos para a sala e sentou-me em cima da mesa enquanto ele sentou-se numa das cadeiras, só de lembrar, quando abriu-me as pernas, e sim, lambeu-me toda, toda mesmo, enfiava um, depois dois, três dedos e lambia e eu não o podia tocar, não me deixava, apertava-me o rabo com força enquanto quase que comia, de repente parou… eu louca de prazer e ele parou porque sabia como eu estava, o que eu queria, sentia o meu prazer, e porque mandava parou.

Perguntou pelo quarto. Fomos. Mandou-me ficar de quatro na beira da cama e ele de pé. Eu já sabia o que vinha por aí. Começou por passar a mão na minha rata que latejava de tanto prazer e já toda molhada, mais do que molhada, levava o líquido até o buraco do rabo, descia e subia, enfiando o dedo para ajudar a abrir...

Quando já estava suficientemente aberto começou a passar o seu pénis já duro outra vez pela minha rata, pelo meu rabo, até que começou a enfiar devagar enquanto me agarrava com força e me apertava as nádegas e me fazia gemer.

A intensidade foi aumentando, o prazer também e a loucura mais que tudo, sentindo o meu prazer após um tapa ao de leve, outros vieram com mais força; assim como os gemidos e os gritos de prazer misturados com aquela dor que fazia bem.

Para minha infelicidade ele não tinha as algemas com ele mas, para não perder a fantasia, agarrou-me os braços atrás das costas enquanto continuava a me penetrar e perguntava:

- É isso que queres? É assim que queres?

E eu só conseguia responder:

- Sim, sim.

Louca de prazer com toda aquela situação. Depois de minutos e minutos assim, para frente e para trás em que ele me guiava com força penetrou-me finalmente na rata molhada e cheia de fome de o sentir, de o ter cá dentro e, penetrou-me com tal força e tesão que era impossível não gritar, que era impossível não vir e me vim toda enquanto ele continuava a me dar marteladas de prazer e eu já sentia também que ele não aguentava muito mais tempo. Mas ele não quis vir assim. Virou-me a cara de frente para ele e desta vez fiz-lhe um broche ainda melhor que o outro. Digo eu, ao que ele entre gemidos cada vez mais frequentes veio em cima de mim enquanto eu continuava a chupar e lamber aquele pénis bom e salgado do prazer que ele sentiu.

E pronto, meus amigos amantes de sexo, foi assim a minha a primeira experiência com o meu polícia. Voltamos a estar juntos outras vezes, com direito a algemas, mas não é para contar agora...

De vez em quando ao fumar um cigarro na janela vejo-o e só isso faz-me ficar toda molhada...

E faz-me fazer outra coisa também para aliviar a minha tensão. Desafio-vos então a descobrir o que é...

Escrito por Beatriz Lepak em Falemos de Sexo

Coroa na Pastelaria

Sou português. Tenho 25 anos. Na altura do ocorrido tinha 21 anos.

Tudo se passou numa manhã de Julho em que eu me deslocava para o meu curso. Eu sempre ia de carro para lá e tinha que passar no centro de uma cidade até chegar na escola. Ainda é um longo caminho.

Nesse dia eu saí mais cedo de casa que o costume. Quando ia a passar na rua principal daquela cidade vi uma mulher de saia e blusa branca atravessar a passadeira um pouco à minha frente. Ela era loira (pintada) e me pareceu bastante gostosa.

Eu impulsivamente virei à esquerda para tentar encontrar aquela mulher. Tive sorte de encontrar logo ali um lugar para estacionar. Só encontrei pois era cedo. Duas horas depois não teria nenhum.

Aí eu corri para tentar alcançar-la só que ela entrou numa pastelaria. Aí eu nem exitei e entrei.

Sorte a minha que a pastelaria estava cheia pois era de manhã e tinha um monte de gente tomando o pequeno-almoço. Ela sentou-se na última mesa vaga.

Eu entrei e me dirigi à mesa dela e perguntei se poderia sentar. Ela falou que sim. Aí eu sentei. Fiquei um pouco calado e depois meti conversa falando que ela era muito linda. Perguntando coisas sobre ela e me apresentando e tal.

Ela era viúva e tinha 50 anos naquela altura. Mas juro por tudo que eu não dava a ela 40 anos. (Ela estava super formosa. Que tesão e aquela roupa ainda me deixava mais doido. Adoro mulher loira vestida de branco. É uma combinação que me deixa sem falas.)

Aí ela falou que tinha que ir embora. Pagamos e saímos. Aí eu falei para ela que gostava de a voltar a ver. Ela resistiu enquanto pode mas eu insisti muito e ela acabou por me falar o número dela.

Mais tarde liguei-lhe e combinamos de sair no Domingo seguinte.

Eu não aguentava mais. Lembrei que era Segunda-feira. Eu estava desejoso de voltar a vê-la.

Chegou no Domingo e chegou o momento de ir encontrar com ela. Eu cheguei antes da hora como sempre. E esperei anciosamente pela hora. Quando chegou a hora pensei que ela não vinha mais. Tentei ligar e ela não atendeu.

Pouco depois, quando eu estava quase desistindo, surge ela. Que visão!

Gostosa como sempre!!!

Tinha um decote bem maior que o daquela passada Segunda-feira, pena que não vinha de branco. Mas também estava linda.

Fomos tomar café na mesma pastelaria daquele dia.

Aí falei para irmos dar uma volta e fomos passear. Apenas trocamos uns beijos. E logo chegou a hora de jantar e tive que voltar para casa.

Depois voltei ao cursinho e e esperei que voltasse o fim-de-semana para ir encontrar com ela. Na sexta-feira o meu clube de eleição jogava e como não aguentava mais liguei a ela e falei que podíamos ir ver o jogo (ela também torcia pelo meu clube). Fui buscar ela em casa (já sabia onde ela vivia pois tinha ido deixar ela naquele Domingo) e depois a levei para um café bem longe da casa dela. Longe propositadamente pois ela não queria ser vista por conhecidos comigo (preconceito da diferença de idade) e eu não me opus pois assim ficaria mais tempo com ela mesmo que ela de seguida quisesse ir para casa.

Terminou a primeira parte do jogo e eu não quis ficar mais lá pois não gostei do café. Era a primeira vez que ia lá e não gostei do ambiente.

Fomos de carro até a um sítio pouco movimentado à noite e eu estacionei o carro ali mesmo e comecei a beijar ela e tals.

Como ela tinha dito que não poderíamos ir para casa dela eu não falei nada e fiquei provocando ela e tentando comer ela ali mesmo no carro.

Não sei o que deu nela, mas ela falou que ali não era confortável que era para irmos para casa dela. Eu levei ela e subi na casa dela. Era um apartamento no 2.º andar.

Aí eu feito burro esqueci os preservativos e tive que baixar ao carro onde estavam eles para poder comê-la.

Quando voltei comecei a despi-la, a beijá-la e tals e logo o meu pau começou a dar sinal de vida.

Aí eu tentei ir por cima dela mas não consegui por causa dum problema na minha perna que me dá cãibras.

Eu pedi que ela ficasse por cima, mas nem imaginava o que ia sair dali.

Ela veio e me cavalgou e me arrebentou meu pau de tanto pulsar.

Que mulher. Ela contraia a "rata" e me apertava o pau e era muito gostoso. Ela chupou meu pau como ninguém.

Mas infelizmente não deu cu (bunda) para mim.

Mas teve mais fodas com ela até que me deixou.

Ainda hoje 4 anos depois estou virgem de cu (bunda).

Gostava que surgisse uma mulher (coroa ou não) por aí pronta a dar para mim o cu e tudo o resto?

Escrito por bom7amigo

A Patroa

Eu confesso que estava cheio de tesão por ela faz tempo. O marido dela encontrava-se acabado à algum tempo. Eu já trabalhava naquela empresa antes deles se casarem. Eu apenas a conheci no seu casamento. Antes ela não ia lá na empresa. Depois que casaram ela sempre ia lá e me deixava doido. Mas como era amigo do coroa, eu resolvi não tentar nada. Poderia perder a amizade do coroa, podia perder a minha posição na empresa (vice-presidente) e poderia até perder meu emprego.

Ele ficou doente.

Com o tempo o João começou a perder as faculdades mentais (alzheimer) e teve que ficar em casa. Deixou de trabalhar e eu assumi a presidência. A esposa dele que antes só vinha de vez em quando na empresa começou a vir sempre e ocupou a vice-presidência que antes era o meu cargo. (Tinha sido o João a indicar-me para assumir o cargo da presidência da empresa.) Eu lhe dei o cargo de vice-presidente pois os estatutos obrigavam a ter um vice-presidente na empresa. Ela nunca me dificultou a vida na empresa, mesmo quando o marido falou que eu deveria assumir a presidência. Aí eu dei para ela total liberdade de horários. Ela apenas precisava assinar os documentos quando necessário, mas eu sempre mandaria o estafeta da empresa levar os documentos em casa para ela assinar.

Só que ela disse que não. Que era bom ela sair de casa. Mas o problema é que ela sempre se vestia provocante, mas quando o marido acamou ela ainda se começou a vestir mais provocante. Sempre usava um estilo de saia comprida que me deixa louco. Eu a imaginava sem calcinha. Essa saia é bem justa na bunda. Ai ai! Mas eu consegui sempre me conter. Mesmo quando ela vinha de mini-saia. Então passado uns 3 meses depois do marido ir para casa acabou morrendo de pneumonia pois ele fugiu de casa em dia de chuva e só foi encontrado com febres altas e tals.

Aí eu já não me senti mais com obrigação de respeitá-lo. No dia do velório a Paula, mulher do João, acabou chorando bastante (até hoje não sei se era choro sentido) e eu me aproximei para consolá-la. Depois de terem enterrado o corpo dele, a Paula sempre com abraçada a mim, pediu para eu a levar para casa. Eu a levei a casa e ela mal se segurava nas pernas (ou fazia com que eu pensasse isso), então ela pediu que levasse para o quarto.

Subimos para o quarto dela (suite) e ela falou que ia no banheiro mas era para eu a esperar. Ela tomou um duche e surgiu à minha frente enrolada apenas numa toalha. Aí ela falou:

- Sei bem que me desejas mal me viste. Sei bem também que nunca me procuraste pelo respeito ao meu marido. Mas agora ele morreu. Eu estou sozinha agora. (O João era estéril.) E não quero ficar assim. Creio que o João ia querer que eu ficasse com o melhor amigo dele.

- Sim é verdade. Eu sempre te desejei mas sempre o respeitei.

Aí eu agarrei-a e a fudi como ela nunca tinha sido fudida. (Eu sou mais novo que ela 5 anos. Adoro mulheres mais velhas.) E aí ela falou:

- Poxa! Tu é gostoso para cacete. Nunca pensei que um gordinho como tu fosse tão gostoso. Nunca te dei antes, não pelo respeito a meu marido, mas sim porque nunca pensei que fosse gostar tanto. Mas eu não era fiel a João. Eu sempre pagava uns caras para ele me comer, principalmente o meu cu.

- Eu adorei toda aquela história que ela me estava a contar.

Passado um ano, quando completou um ano da morte de João, a gente casou.

Hoje continuo comendo ela. Contudo contratei uma secretária gostosa demais. E... ”

Escrito por bom7amigo

Será que eu devo avançar com a secretária?

(deixem a vossa opinião nos comentários)

Quero você!

Após um banho relaxante, passei um hidratante pelo corpo todo com toda a delicadeza como se meu corpo estivesse sendo acariciado por um (a) Amante...

Sim, quero um amante gentil e ao mesmo tempo viril... ou doce e firme. Deito em minha cama nua e imagino esse amante chegando e lambendo todo o meu corpo, beijando-me, mordiscando minha orelha, sua língua lambendo todos os meus orificios, deixando minha xoxota molhada e com vontade de trepar, foder, ser comida, enfim alcançar um gozo intenso... Viro-me de costas para o meu Amante imaginário... pode ser um homem ou uma mulher mas que leve-me para as alturas... Que me faça gozar e desfalecer como uma pequena morte, como dizem os franceses ao alcançar um orgasmo sem fim.

Ele beija, lambe, mordisca da minha nuca até as pontinhas dos dedos dos meus pés. Reviro-me na cama... então sinto ele(a) me deitar, meus seios redondos com bicos túrgidos erguidos para o alto... Sua boca sugando, mamando meus seios... suas mãos bolinando-os. Desce seu corpo e entre-abre minhas pernas. Sinto sua língua a princípio suave lambendo, chupando meu grelinho... depois fica mais audaciosa... revolvendo minha xoxota... revirando-a com uma língua insaciável... brincando com o meu grelinho...meu gozo vindo em ondas, enchendo sua boca com meu líquido, meu mel... Vira-me e começa a lamber e morder as polpas de minhas nádegas, sinto suas mãos abrir minha bunda e enfiar a língua no buraquinho... meus gemidos de tesão ecoam pelo quarto como uma música repleta de sexo selvagem... Sinto um dedo, dois dedos, penetrando meu buraquinho de trás, dando soquinhos, enquanto cheia de tesão esfrego meu ventre nos lençóis desarrumados. Minha xaninha piscando doida para ser invadida... Hummmmmm Quero você... que me penetre com força e suavidade ao mesmo tempo... socando... bombando, metendo, penetrando, num vai e vem sem fim... sinto seus dedos abrindo meu cuzinho enquanto contraio o corpo prendendo seus dedos... Depois de gozar mais uma vez...Minha xoxota é penetrada, invadida, fodida, comida, sinto estocadas fortes e rápidas... A cama balançando, meu corpo seguindo os movimentos... Ohhhhhhh enfia mais... delicia... vamos me come, me faça gozar... deixe minha xoxota esfolada de tantas estocadas sem fim. Quero você, assim me fodendo com vontade... Meu gozo se misturando com seus fluidos, esperma, ou quem sabe mel de uma xoxota... Não importa é um(a) amante imaginário(a)... Só penso e quero gozar... sentir o ápice do prazer... como saborear um chocolate para quem é uma chocólatra inveterada como eu.

Após gozar pela xoxota é a vez do cuzinho... Quem sabe virgem e apertado... Sinto dor com a glande ou consolo, não sei dizer, meu (minha) amante imaginário(a) pode ser homem ou mulher... Tem que me dar prazer... Sinto a penetração com certa dor no cuzinho apertado... suas mãos apertando e abrindo minha bunda com vigor e metendo dentro dela até o reto... entrando e saindo cada mais fundo, mais rápido e mais forte. Uma dor misturada com prazer... Um orgasmo fulminante e se possível a noite inteira... Acordar no dia seguinte com a xoxota e o cuzinho esfolados de tanto tesão e gozo. Essa é a minha fantasia, a fantasia da maioria: gozar... gozar... e gozar...

Beijos ao meu AMANTE IMAGINÁRIO(A)... QUERO VOCÊ!

Escrito por Ayeska

Na Biblioteca Municipal

Estava eu na biblioteca municipal a ler um livro que na altura me parecia interessante o suficiente para não arredar pé. Levantei o olhar só para respirar um pouco (já tinha lido 10 páginas) e deparei-me com uma visão, era uma ninfeta (Joana de seu nome, vim a saber mais tarde). Ela me deixou maluco. Apesar me parecer bastante nova, ela era linda, aquela mini-saia e aquela blusa de cetim encarnado bem justa destacavam os seus seios que ficavam quase desnudos ao meu olhar.

Eu já a olhava sem saber o que fazer até que, um bom tempo depois, ela se aproximou da bibliotecária (uma coroa bem gostosa que eu já desejava possuir também) e pediu para consultar os arquivos mortos, ou seja, os jornais e revistas antigas (estes arquivos mortos encontram-se armazenados numa das salas da cave). A bibliotecária falou para a ninfeta ter cuidado para não estragar nada e deu-lhe a chave da sala do Arquivo Morto.

Deixei sair aquela ninfeta que tão desejava e, para ocupar o tempo de espera que iria ter que demorar antes de sair atrás da ninfeta, aproximei-me da bibliotecária e fiquei olhando ela. Encarei ela sorrindo e obtive um sorriso de volta. Aproximei-me um pouco mais dela, pelo lado para poder ver as suas lindas pernas que saiam daquela saia comprida com racha ao meio e que quando ela se sentava deixava a sua calcinha ligeiramente à mostra. Disse a ela:

- Dás-me o teu número?

Ela respondeu perguntando para que eu queria o número dela. Eu falei que a achei muito linda e que gostaria de a conhecer melhor. Se ela quisesse mais tarde ligaria-lhe para ela sair comigo para jantar. Ela sorriu e disse que sim, mas que teria que ser mais tarde, pois teria que ir às "compras" primeiro (eu nem fazia ideia que "compras" seriam essas). Sorri para ela e disse que logo mais lhe ligava para marcarmos uma hora. E saí dali...

Desloquei-me ao encontro da ninfeta. Cheguei no arquivo e a porta estava encostada (nem com trinco estava fechada), entrei e caminhei em direcção à ninfeta (ela não deu fé antes de eu lhe tocar pois estava escuro), agarrei-a pela cintura, entalei meu pau já duro na bunda dela e disse-lhe baixinho ao ouvido:

- Eu te quero... és muito linda... não vale a pena resistires, nem gritares pois ninguém vai ouvir e vais ser minha de qualquer jeito.

Ela voltou o rosto dela em minha direcção e falou com a maior cara-de-pau:

- Já estavas a demorar muito. Já quase desisti de te esperar. Eu vi-te a olhar para mim e logo fiquei molhadinha. Esse olhar de quem me queria devorar me deixou assim. Aí resolvi vir para aqui pois lá não daria pois tem gente conhecida. Arrisquei a ver se vinhas. Deves ter reparado que fiz aquele pedido num tom mais elevado que o normal para uma biblioteca.

Eu respondi que tinha reparado nisso e que só tinha conseguido ouvir pois ela tinha falado alto. E, sem resistir mais já fui lambendo a sua buceta que a esta hora já estava nua pois eu tinha tirado a roupa toda daquela ninfeta enquanto falávamos. Chupei a buceta, depois mamei seus enormes seios que me deixavam doido pois ela era tão novinha.

Ela falou que ainda era virgem, mas que sempre teve vontade de perder a virgindade com um desconhecido. Eu falei a ela que a partir daquele momento não éramos mais desconhecidos. Ela concordou. Eu lhe disse que para mim ela seria uma namorada só que sem aquela cena de fidelidade. Mais uma vez ela concordou e me beijou ofegantemente. Após aquele beijo que durou um bom tempo ela falou que ela sempre ia ser minha. Que apesar de ser novinha ela precisava dum maxo que fizesse dela uma mulher.

Aí era a minha oportunidade. Eu meti a cabeça do meu pau na porta da buceta dela e meti duma só vez rasgando o seu anel. Ela deu um grito. Eu deixei meu pau um pouco lá dentro e depois tirei. Peguei um lenço de pano que tinha comigo e coloquei na buceta dela para impedir o sangue de escorrer para aquele chão. Aí resolvi que não poderia ficar sem me satisfazer. Se eu queria meter na buceta dela só depois dela já não sangrar, eu teria que arrumar um jeito de me satisfazer. Peguei na minha bolsa tira-colo uma pomada que usava para colocar nas mãos e coloquei uma grande quantidade na minha mão. Fui lambuzando meu pau e depois aquele cuzinho tão apertadinho daquela ninfeta. Eu já nem pedia autorização. Ela tinha dito que queria que eu a fizesse mulher. Voltei a repetir o método usado na buceta. Só que desta vez já tinha metido dois dedos dentro do seu cuzinho para alargar ele. Meti na portinha primeiro e depois atolei meu mastro todo. Já estava mesmo à espera. Ela deu outro grito. Desta vez deixei meu mastro dentro da buceta dela para ganhar habituação. Quando senti que seu cuzinho já estava habituado ao meu pau, comecei a bombar, primeiro devagar, depois fazendo crescer a velocidade e cada vez mais dando estocadas mais fortes.

Eu já estava quase a vir-me e falei para ela. Prepara-te que hoje vais ser mulher por inteiro. Abre a boca meu amor. Ela abriu e eu me ti meu mastro dentro da boca dela e enterrei o meu pau o mais que pude dentro de sua boca. Depois tirei e ela começou a chupar-me. Anunciei e queria gozar e que era para ela engolir tudo. Ela assim fez. Engoliu tudo.

Depois caí no chão de cansado que estava das minhas pernas. Depois ela me perguntou:

- Acabou?! E a minha buceta?

Eu respondi que a buceta dela precisava descansar. Eu não a queria magoar e por isso resolvi que seria comida mais intensamente só na próxima vez...

... e que próxima!!! Mas isso é para ser contado em outro momento.

Depois saí dali satisfeito e com o número da minha gata no bolso. Mas o dia ainda não tinha terminado. Eu tinha um encontro marcado para de noite com aquela coroa bibliotecária muito gostosa.

Pois é, mas o que aconteceu nesse encontro só saberão numa próxima vez!

Fim...

Escrito por bom7amigo